Rupturas

Nessa plêiade, a obra de Ana Maria Amaral brilha com luz própria, que será evidenciada pela republicação da produção daquele período: Síncope, de 1954/1956, Eu Inconcluso, de 1957/1958, Viagem ao Redor do Espelho, de 1959/1969. Talvez sua importante atuação no campo das artes cênicas tenha eclipsado a contribuição propriamente poética; mas esta nova edição mostrará uma poesia que não é datada, porém avançada com relação àquele contexto.

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